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16 / 09 / 2021

Tomás Händel: “A comunhão que há entre a equipa e os adeptos é fantástica”

Tomás Händel: “A comunhão que há entre a equipa e os adeptos é fantástica”

Médio vitoriano em antevisão ao jogo com o FC Arouca

Na antevéspera da partida com o FC Arouca, a contar para 6.ª jornada da Liga Portugal Bwin, o médio do Vitória SC, Tomás Händel, fez o lançamento do jogo agendado para as 20h30 deste sábado. “Vai ser um jogo dividido. A nossa Primeira Liga tem muita qualidade, não há jogos fáceis neste campeonato e nós temos trabalhado afincadamente durante a semana para corrigir o que de menos bom temos feito e potenciar aquilo que temos feito de muito bom, para chegarmos ao jogo e regressarmos às vitórias. Vai ser um jogo complicado e sobretudo depois do último jogo, o que aconteceu no D. Afonso Henriques foi algo muito especial e queremos voltar rápido às vitórias e dar uma alegria aos adeptos que tanto merecem. O Vitória sempre se caracterizou por um espírito de equipa muito afincado, muito sobressaído e temos de transportar o que fizemos no último jogo, essa vontade, esse querer, para Arouca. Vai ser muito importante o apoio dos adeptos, como foram no último jogo, em que foram o nosso 12.º jogador. Estávamos a jogar com 9 mas não estamos a jogar com 9. Sei que a adesão aos bilhetes está a ser impressionante e esperamos que o apoio deles seja mais um trunfo para nós.”

O médio de 20 anos viu o jogo frente ao Belenenses SAD da bancada, por estar indisponível para dar o contributo à equipa, e conta o que sentiu na noite do passado domingo. “Infelizmente não pude contribuir no último jogo, mas aquilo que vivi no D. Afonso Henriques foi arrepiante. A massa adepta é única. Quando estávamos em dificuldade, eles foram fantásticos e conseguimo-nos transcender e ultrapassar todos os obstáculos, muito devido a eles. Saímos desse jogo, claramente, muito reforçados porque a nossa união é fabulosa, a comunhão que há entre a equipa e os adeptos é fantástica, entre a equipa e a cidade é fantástica e agora, como é óbvio, queremos chegar ao jogo com o FC Arouca e premiar toda esta dedicação, premiar estes adeptos, e premiar, sobretudo, a nossa equipa com um triunfo.”

A trabalhar com a equipa principal desde o início da época, Händel falou ainda sobre o nível elevado do trabalho e da exigência que reina no grupo orientado por Pepa. “Sinceramente eu acho que a este nível, num clube como o Vitória, o nível de entrega, quer se seja da formação, quer se seja um jogador que vem de fora, tem de ser sempre o máximo. O nível de entrega e de responsabilidade tem de estar sempre no máximo porque só assim é que vamos ter sucesso num clube como este. O mais importante é confiarmos naquilo que temos feito até agora de muito bem. Como disse no início, há coisas a corrigir, temos espaço para melhorar, estamos a trabalhar durante a semana para melhorar aquilo que fizemos menos bem, mas confiamos muito em nós, confiamos muito nas ideias do treinador e vamos conseguir dar a volta a este ciclo de dois empates e regressar às vitórias.”

Numa zona do terreno repleta de opções de qualidade, o meio-campo vitoriano pauta por uma grande competitividade. Tomás Händel saúda essa competitividade, que, aos olhos do internacional sub-21 português, faz com que todos estejam mais alerta e elevem os seus níveis exibicionais. “Para mim que venho da formação do Vitória, não tenho problemas em dizer que é um privilégio jogar com os jogadores do meio-campo, da minha posição, com tanta qualidade, que me fazem evoluir no dia a dia, e acho que é muito bom para mim, para a minha evolução, e não só para mim, mas para todos os jogadores que jogam na minha posição. O nível aqui é muito alto. A mentalidade mudou, estou muito mais competitivo, tenho de pensar muito mais rápido porque senão não tenho hipótese no meio de tanta qualidade. A relação humana no balneário é espetacular e tenho melhorado em todos os aspetos, tanto como pessoa como jogador.”

O Vitória SC desloca-se ao terreno do FC Arouca para o jogo referente à 6.ª jornada da Liga Portugal bwin, agendada para este sábado, 18 de setembro, às 20h30.

Tomás Händel: “A comunhão que há entre a equipa e os adeptos é fantástica”