Próximo Jogo
Futebol
< Voltar atrás
27 / 11 / 2015

“Queremos deixar tudo em campo”

“Queremos deixar tudo em campo”

Sérgio Conceição perspectiva duelo no Bessa

A bola vai voltar a rolar na Liga e quis o sorteio que o Vitória regressasse à prova num duelo histórico com o Boavista. Depois de uma paragem, que Sérgio Conceição considera “benéfica”, a equipa vimaranense vai deslocar-se ao Bessa para disputar um jogo “difícil”. Em antevisão ao encontro da 11ª jornada da Liga, o técnico vitoriano reconheceu estar à espera de “dificuldades”, até porque “em termos históricos é sempre difícil jogar no Bessa”. “Espero um jogo difícil. Já vimos lá um candidato ao título perder pontos. Em casa, o Boavista é uma equipa consistente defensivamente e que trabalha muito, que se torna agressiva. É verdade que não faz muitos golos mas cria oportunidades”, começou por dizer.

Sérgio Conceição não tem dúvidas sobre a atitude que o adversário vai adoptar no desafio, até porque o seu opositor já avisara que a sua equipa “vai deixar a pele em campo”. Atitude e empenho. Duas características que acompanham Sérgio Conceição no seu percurso. E, por isso, igual a si próprio, o treinador do Vitória exige o mesmo aos seus jogadores e admite: “Vamos deixar pele e corpo em campo. Queremos deixar tudo em campo. Temos de igualar aquilo que é a agressividade e a presença que eles têm em todos os duelos”, acrescentou.

Espera-se, também por isso, um duelo interessante de se seguir e que surge depois de uma paragem de três semanas na Liga. Uma pausa considerada positiva e que serviu para “trabalhar alguns aspectos” que Sérgio Conceição considera importantes. “Com o tempo, os jogadores vão tendo um conhecimento maior e melhor daquilo que o treinador pensa e vice-versa. Houve tempo para ver de uma forma mais profunda o estado físico dos jogadores, bem como outras questões”, disse.

Ainda na conferência de imprensa desta sexta-feira, o técnico vitoriano abordou o aproximar da reabertura do mercado: “O Vitória foi buscar-me para eu treinar a equipa principal com a possibilidade de ir buscar jogadores à equipa B. Não estou obcecado com o mercado. Vamos falando diariamente sobre casos pontuais e até da própria equipa. Não queremos mudar mundos e fundos e quando chegarmos a Janeiro então falaremos. Até porque, e contra mim falo, não estou de acordo com a reabertura do mercado”, concluiu.

“Queremos deixar tudo em campo”